Cap 7/ História de um camundongo : Três meses se passaram após eu vim morar aqui neste lugar sem nome, passava o dia inteiro dentro de casa, arrumando a casa e no final da tarde fazia alguma coisa para que eu e Cão comecemos a noite quando ele voltava de seus passeios com Cristianne. Depois de todo esse tempo eu senti falta da minha mãe, nos meus amigos, da minha casa. Me pegava chorando as vezes aos cantos, Cão notou isso umas 3 vezes.
A noite veio e Cão retornou pra casa, como sempre cansado, ele nunca comentou o que fazia junto a Cristianne todos os dias, a única coisa que eu tinha conhecimento era que eles ficavam andando pela cidade.
-Como foi o dia Cão?
-Tranquilo e seu?- Se deitou na cama e fechou os olhos para um breve cochilo.
-Normal, arrumei a casa e fiz a janta, vamos comer?- Foi um cochilo que se transformou em um sono muito pesado, quando virei para ele parecia morto em cima da cama, poderia cutuca-lo, mas não iria acordar.No dia seguinte Cão saiu quando eu ainda estava dormindo. As vezes eu saia de casa para dar uma volta, depois de algum tempo ficou fácil pra mim andar por aqui, até mesmo por que todos tinham um certo medo de Cão e me chamavam de filhote por sempre estar com ele, assim ninguém mexia comigo.
A rua estava como sempre lotada, pessoas desocupadas, algumas tentando ganhar dinheiro e outros roubando alimentos, dinheiros e outras coisas de valor de algumas outras pessoas.
Tinha um lugar que depois desses três meses aqui eu frequento um lugar, com uma pessoa que na primeira impressão não me pareceu boa, mas com o tempo conheci melhor e se demonstrou um louco legal. Rato.
A casa do rato na realidade era a maior de toda aquela favela, como uma cidade ali tinham seus ”políticos”, suas leis, as pessoas com um certo poder econômico, que preferiram moram ali do que em Acinôm por vários motivos que depois de um tempo consegui entender um pouco.
Rato vivia em um antiga Mansão que foi herdada de seus pais que faleceram quando ele era ainda um bebê. Eles tinha hábitos estranhos, como não gostar de se banhar, comer porcarias, e não gostar de arrumar suas coisas. As vezes eu arrumava a cozinha dele, por que não conseguia ver sujo um lugar do qual a higiene tem de ser impecável, ele odiava isso. Nos fundos da casa tinha um galpão onde ele fazia algumas experiencias, a mais engenhosa delas era um mini robô que ele tinha produzido, ele usava o lixo tecnológico de Acinôm para poder dar vida a suas criação. O robô era uma mini rato, com aparecia, flexilidade de uma roedor e tudo mais, mas sempre seguia as coordenadas que lhes davam, era uma maquininha e tanto.
-Rato? - ia começar mais umas das minhas seções de interrogatórios que ele tanto detestava, ele estava em cima de uma mesa concertando uma televisão que tinha achado no lixo.- Por que você respeita tanto o Cão, mas odeia a Cristianne que sempre está com ele?
-Pra que quer saber isso?
-É só uma duvida.
-Vai continuar com ela então, lembra do que eu já te disse várias vezes?
-Não meta seu nariz onde não é chamado?
-Também. - Uma leva de suas risadas foi solta
-Sabe que eu não vou contar a ninguém que você me contou alguma coisa, ainda mais pra ela.
-Tudo bem. Uma vez, alguns filhas de uma puta tentaram invadir aqui em casa, eles me fizeram de refém, mas isso só aconteceu por que o sistema de alarme foi desligado por fora, e eu sei que foi essa vadia. Cão veio até aqui e me tirou dessa.
-Pera? Invadiram a sua casa, Cão veio e te ajudou? a Por que você acha que foi a Cristianne, por mais que eu não vá com a cara dela não acho que ela faria uma coisa dessas rato.
-Você realmente não conhece as pessoas que convivem com você não é? Cão só veio por que ficou sabendo do que ela tinha feito. A vadia só fez isso por que eu recusei fazer uma arma com um abafador sonoro embutido na arma, ai ela pagou uns homens para virem aqui e me botarem um medo. Eu recusei o pedido por que tinha utilizado todo o equipamento que achei no lixo pra fazer uma que Cão me encomendou muito antes dela. O que ela não sabia era que o sistema era que o sistema de câmeras não estava conectada ao sistema de alarmes da casa, vi todas as fitas depois, ela quem desligou os sistemas de alarmes. Minha sote maior era que cão chegou e veio aqui no galpão primeiro, eles tinham preparado tudo para queimar isso aqui. Filhas dua puta.
-O que Cão fez com eles?
-Os matou.Voltei para casa com isso na cabeça, Cão não tinha medo de matar, a parecia não temer a morte. Cristianne era uma safada, nunca gostei dela mesmo, só sou agradecido por ter ajudado cão a salvar a minha vida.
(…)

Cap 7/ História de um camundongo : Três meses se passaram após eu vim morar aqui neste lugar sem nome, passava o dia inteiro dentro de casa, arrumando a casa e no final da tarde fazia alguma coisa para que eu e Cão comecemos a noite quando ele voltava de seus passeios com Cristianne. Depois de todo esse tempo eu senti falta da minha mãe, nos meus amigos, da minha casa. Me pegava chorando as vezes aos cantos, Cão notou isso umas 3 vezes.
A noite veio e Cão retornou pra casa, como sempre cansado, ele nunca comentou o que fazia junto a Cristianne todos os dias, a única coisa que eu tinha conhecimento era que eles ficavam andando pela cidade.
-Como foi o dia Cão?
-Tranquilo e seu?- Se deitou na cama e fechou os olhos para um breve cochilo.
-Normal, arrumei a casa e fiz a janta, vamos comer?- Foi um cochilo que se transformou em um sono muito pesado, quando virei para ele parecia morto em cima da cama, poderia cutuca-lo, mas não iria acordar.No dia seguinte Cão saiu quando eu ainda estava dormindo. As vezes eu saia de casa para dar uma volta, depois de algum tempo ficou fácil pra mim andar por aqui, até mesmo por que todos tinham um certo medo de Cão e me chamavam de filhote por sempre estar com ele, assim ninguém mexia comigo.
A rua estava como sempre lotada, pessoas desocupadas, algumas tentando ganhar dinheiro e outros roubando alimentos, dinheiros e outras coisas de valor de algumas outras pessoas.
Tinha um lugar que depois desses três meses aqui eu frequento um lugar, com uma pessoa que na primeira impressão não me pareceu boa, mas com o tempo conheci melhor e se demonstrou um louco legal. Rato.
A casa do rato na realidade era a maior de toda aquela favela, como uma cidade ali tinham seus ”políticos”, suas leis, as pessoas com um certo poder econômico, que preferiram moram ali do que em Acinôm por vários motivos que depois de um tempo consegui entender um pouco.
Rato vivia em um antiga Mansão que foi herdada de seus pais que faleceram quando ele era ainda um bebê. Eles tinha hábitos estranhos, como não gostar de se banhar, comer porcarias, e não gostar de arrumar suas coisas. As vezes eu arrumava a cozinha dele, por que não conseguia ver sujo um lugar do qual a higiene tem de ser impecável, ele odiava isso. Nos fundos da casa tinha um galpão onde ele fazia algumas experiencias, a mais engenhosa delas era um mini robô que ele tinha produzido, ele usava o lixo tecnológico de Acinôm para poder dar vida a suas criação. O robô era uma mini rato, com aparecia, flexilidade de uma roedor e tudo mais, mas sempre seguia as coordenadas que lhes davam, era uma maquininha e tanto.
-Rato? - ia começar mais umas das minhas seções de interrogatórios que ele tanto detestava, ele estava em cima de uma mesa concertando uma televisão que tinha achado no lixo.- Por que você respeita tanto o Cão, mas odeia a Cristianne que sempre está com ele?
-Pra que quer saber isso?
-É só uma duvida.
-Vai continuar com ela então, lembra do que eu já te disse várias vezes?
-Não meta seu nariz onde não é chamado?
-Também. - Uma leva de suas risadas foi solta
-Sabe que eu não vou contar a ninguém que você me contou alguma coisa, ainda mais pra ela.
-Tudo bem. Uma vez, alguns filhas de uma puta tentaram invadir aqui em casa, eles me fizeram de refém, mas isso só aconteceu por que o sistema de alarme foi desligado por fora, e eu sei que foi essa vadia. Cão veio até aqui e me tirou dessa.
-Pera? Invadiram a sua casa, Cão veio e te ajudou? a Por que você acha que foi a Cristianne, por mais que eu não vá com a cara dela não acho que ela faria uma coisa dessas rato.
-Você realmente não conhece as pessoas que convivem com você não é? Cão só veio por que ficou sabendo do que ela tinha feito. A vadia só fez isso por que eu recusei fazer uma arma com um abafador sonoro embutido na arma, ai ela pagou uns homens para virem aqui e me botarem um medo. Eu recusei o pedido por que tinha utilizado todo o equipamento que achei no lixo pra fazer uma que Cão me encomendou muito antes dela. O que ela não sabia era que o sistema era que o sistema de câmeras não estava conectada ao sistema de alarmes da casa, vi todas as fitas depois, ela quem desligou os sistemas de alarmes. Minha sote maior era que cão chegou e veio aqui no galpão primeiro, eles tinham preparado tudo para queimar isso aqui. Filhas dua puta.
-O que Cão fez com eles?
-Os matou.Voltei para casa com isso na cabeça, Cão não tinha medo de matar, a parecia não temer a morte. Cristianne era uma safada, nunca gostei dela mesmo, só sou agradecido por ter ajudado cão a salvar a minha vida.
(…)
Cap 7/ História de um camundongo : Três meses se passaram após eu vim morar aqui neste lugar sem nome, passava o dia inteiro dentro de casa, arrumando a casa e no final da tarde fazia alguma coisa para que eu e Cão comecemos a noite quando ele voltava de seus passeios com Cristianne. Depois de todo esse tempo eu senti falta da minha mãe, nos meus amigos, da minha casa. Me pegava chorando as vezes aos cantos, Cão notou isso umas 3 vezes.
A noite veio e Cão retornou pra casa, como sempre cansado, ele nunca comentou o que fazia junto a Cristianne todos os dias, a única coisa que eu tinha conhecimento era que eles ficavam andando pela cidade.
-Como foi o dia Cão?
-Tranquilo e seu?- Se deitou na cama e fechou os olhos para um breve cochilo.
-Normal, arrumei a casa e fiz a janta, vamos comer?- Foi um cochilo que se transformou em um sono muito pesado, quando virei para ele parecia morto em cima da cama, poderia cutuca-lo, mas não iria acordar.No dia seguinte Cão saiu quando eu ainda estava dormindo. As vezes eu saia de casa para dar uma volta, depois de algum tempo ficou fácil pra mim andar por aqui, até mesmo por que todos tinham um certo medo de Cão e me chamavam de filhote por sempre estar com ele, assim ninguém mexia comigo.
A rua estava como sempre lotada, pessoas desocupadas, algumas tentando ganhar dinheiro e outros roubando alimentos, dinheiros e outras coisas de valor de algumas outras pessoas.
Tinha um lugar que depois desses três meses aqui eu frequento um lugar, com uma pessoa que na primeira impressão não me pareceu boa, mas com o tempo conheci melhor e se demonstrou um louco legal. Rato.
A casa do rato na realidade era a maior de toda aquela favela, como uma cidade ali tinham seus ”políticos”, suas leis, as pessoas com um certo poder econômico, que preferiram moram ali do que em Acinôm por vários motivos que depois de um tempo consegui entender um pouco.
Rato vivia em um antiga Mansão que foi herdada de seus pais que faleceram quando ele era ainda um bebê. Eles tinha hábitos estranhos, como não gostar de se banhar, comer porcarias, e não gostar de arrumar suas coisas. As vezes eu arrumava a cozinha dele, por que não conseguia ver sujo um lugar do qual a higiene tem de ser impecável, ele odiava isso. Nos fundos da casa tinha um galpão onde ele fazia algumas experiencias, a mais engenhosa delas era um mini robô que ele tinha produzido, ele usava o lixo tecnológico de Acinôm para poder dar vida a suas criação. O robô era uma mini rato, com aparecia, flexilidade de uma roedor e tudo mais, mas sempre seguia as coordenadas que lhes davam, era uma maquininha e tanto.
-Rato? - ia começar mais umas das minhas seções de interrogatórios que ele tanto detestava, ele estava em cima de uma mesa concertando uma televisão que tinha achado no lixo.- Por que você respeita tanto o Cão, mas odeia a Cristianne que sempre está com ele?
-Pra que quer saber isso?
-É só uma duvida.
-Vai continuar com ela então, lembra do que eu já te disse várias vezes?
-Não meta seu nariz onde não é chamado?
-Também. - Uma leva de suas risadas foi solta
-Sabe que eu não vou contar a ninguém que você me contou alguma coisa, ainda mais pra ela.
-Tudo bem. Uma vez, alguns filhas de uma puta tentaram invadir aqui em casa, eles me fizeram de refém, mas isso só aconteceu por que o sistema de alarme foi desligado por fora, e eu sei que foi essa vadia. Cão veio até aqui e me tirou dessa.
-Pera? Invadiram a sua casa, Cão veio e te ajudou? a Por que você acha que foi a Cristianne, por mais que eu não vá com a cara dela não acho que ela faria uma coisa dessas rato.
-Você realmente não conhece as pessoas que convivem com você não é? Cão só veio por que ficou sabendo do que ela tinha feito. A vadia só fez isso por que eu recusei fazer uma arma com um abafador sonoro embutido na arma, ai ela pagou uns homens para virem aqui e me botarem um medo. Eu recusei o pedido por que tinha utilizado todo o equipamento que achei no lixo pra fazer uma que Cão me encomendou muito antes dela. O que ela não sabia era que o sistema era que o sistema de câmeras não estava conectada ao sistema de alarmes da casa, vi todas as fitas depois, ela quem desligou os sistemas de alarmes. Minha sote maior era que cão chegou e veio aqui no galpão primeiro, eles tinham preparado tudo para queimar isso aqui. Filhas dua puta.
-O que Cão fez com eles?
-Os matou.Voltei para casa com isso na cabeça, Cão não tinha medo de matar, a parecia não temer a morte. Cristianne era uma safada, nunca gostei dela mesmo, só sou agradecido por ter ajudado cão a salvar a minha vida.
(…)








